quinta-feira, 16 de maio de 2013

Uso consciente do celular.

            O uso das novas tecnologias trouxe para as pessoas facilidade na interação, encurtou distâncias, possibilitou acesso a informação.O celular pode ser usado como uma ótima ferramenta no ensino-aprendizagem, mas   para que isso aconteça é de fundamental importância que se eduque o cidadão para uso com significado. O uso da tecnologia precisa ser consciente, é importante respeitar o outro e o momento certo de utiliza-la, pois uso do mesmo em momentos inoportunos tem gerado transtornos principalmente nas escolas.

Postado por: Luciene Xavier



Vamos compartilhar estes segredos!



8 segredos para usar o celular sem gastar nada

Você pode falar pelos cotovelos e passar o dia mandando torpedos de graça com aplicativos de smartphone. Aproveite ao máximo e economize!

      
Aproveite os aplicativos, mas é bom lembrar que eles consomem seu plano de dados da internet


Bendita seja a tecnologia. Se sua conta de celular anda salgada, saiba que dá para enviar torpedos, e-mails e até transformar o aparelho de celular num rádio walkie-talkie sem pagar nada a mais por isso. Com um smartphone, você investe num pacote de internet (cujos preços começam em R$ 9,90), baixa os aplicativos gratuitos na loja virtual da plataforma Android ou Apple e passa a ter acesso a serviços como videochamada e envio de fotos grátis. VIVA! selecionou as melhores opções para você ficar conectada 24 horas. Use e abuse!
CONVERSA DIA E NOITE
Torpedinho SMS já era! Aplicativos de mensagem de texto permitem que você troque mensagens de graça com quem também tem o programa instalado. Ah, ainda dá para enviar fotos e vídeos de graça!


WhatsApp Messenger - Ela identifica na agenda os amigos que têm o aplicativo, que serve em qualquer plataforma.


ICQ Messenger - Antigo programa de computador que voltou com tudo nos smartphones. Tem um sinal de alerta que é uma graça!

Messenger With You - Leve o MSN para todo canto com esse aplicativo, que também serve para conversar com quem está no computador.
Facebook Messenger - O aplicativo da rede social permite ver quem está online e conversar em grupo.

OLHA SÓ QUEM ESTÁ FALANDO!
Skype já é muito popular nos computadores, mas o aplicativo para celular é ainda mais incrível! Você pode fazer videochamadas de graça, falando com gente que está em outro smartphone ou em casa, no computador. O app também tem um serviço de assinaturas para ligar para números fixos de todo o Brasil, com tarifas a partir de 3,7 centavos o minuto. É muito mais barato que qualquer interurbano! Vale muuuito a pena!
PARA PAPEAR NA FAIXA
Viber tem uma tecnologia especial, que garante a transmissão da sua voz em alta definição. Isso resulta numa qualidade de áudio superior à da ligação tradicional. Ele também localiza os telefones dos seus amigos. Então, é só instalar e sair falando de graça com quem também tem o programa no celular em qualquer lugar do Brasil ou do mundo! Incrível, né?
BILHETINHOS DE VOZ
Que tal mandar um recadinho de voz, em vez da mensagem de texto tradicional? Com o Voxer, a comunicação fica igual a um walkie-talkie: um fala, o outro escuta. O aplicativo guarda as mensagens e você ouve quando puder!
Já o TiKL permite que você mande as mensagens de voz para um grupo de amigas ao mesmo tempo. Os dois aplicativos sincronizam direto com o Facebook, atualizando, assim, todos os seus contatos automaticamente.
Só não estoure o plano!
Aproveite os aplicativos, mas é bom lembrar que eles consomem seu plano de dados da internet. Algumas operadoras limitam a velocidade de conexão depois que a cota estourou. Já outras cobram pelos dados a mais. A não ser que seu plano seja ilimitado, a dica é buscar locais com acesso grátis a redes wi-fi (sem fio), como aeroportos, bares, shoppings e até baladas.
Postado por Viviane Fernandes

quarta-feira, 15 de maio de 2013

USANDO O CELULAR NA ESCOLA



Galera achei muito interessante esse texto fala sobre o uso pedagógico do telefone móvel.

Vou contar uma breve historinha:

O MEC envia livros para as escolas, mas nem sempre há livros para todos. Em 2009 deparei-me com uma situação destas, em que uma classe ficou sem livros e foi necessário então compartilhar os livros entre duas classes. Porém isso impedia os alunos de levarem os livros para casa para poderem estudar… O que fazer?
Em outros tempos eu pediria aos alunos que copiassem as partes mais importantes do livro usadas em cada aula e diríamos que isso era a “matéria para ser estudada”. Isso demanda muito tempo de aula gasto inutilmente, pois não temos esse tempo disponível, temos? Além disso, a menos que o objetivo da aula seja treinar caligrafia ou chatear os alunos, fazer cópias de livros e mesmo da lousa é algo realmente “inútil”. Também existe a possibilidade de fotocopiarmos algumas páginas, mas isso tem um custo com o qual poucas escolas públicas podem arcar.
Mas não precisamos mais fazer nada disso. Agora basta pedir aos alunos que peguem seus celulares e FOTOGRAFEM as páginas importantes do livro! E foi justamente isso que os alunos fizeram.



Fotografando e gravando com o celularO mesmo vale para a lousa e mesmo para as pesquisas bibliográficas na biblioteca. Quando algum aluno me pergunta hoje em dia se precisa copiar minhas anotações da lousa, eu logo lhe recomendo que faça algo mais inteligente: fotografe a lousa! E eles fazem!
Essa brevíssima historinha, que é apenas uma dentre muitas,  já me permite então listar algumas sugestões para o uso pedagógico dos telefones móveis celulares modernos em sala de aula e fora dela:
  1. Se você em algum momento faz cálculos em suas aulas e solicita que os alunos os façam, e a menos que por alguma boa razão eles devam fazer esses cálculos com algoritmos específicos e usando papel e lápis, então considere fortemente a possibilidade de usar os celulares como calculadoras. Além disso, se você é professor de matemática e quer ensinar seus alunos como resolver expressões aritméticas obedecendo as regras de precedência de operadores, considere que o uso de calculadoras, e portanto celulares, consiste em um método bastante eficaz de fazê-lo, pois as máquinas seguem a ordem que nós determinamos para as operações; o telefone celular é uma calculadora também;
  2. Se você marca datas de provas, entregas de trabalho ou outras datas que considera importante que os alunos se lembrem, peça-lhes que anotem essas datas. Não no caderno, mas sim na agenda do celular! Eles andam com o celular no bolso o tempo todo e só estão perto do caderno quando estão na escola, confere? O telefone celular é uma agenda que tem até mecanismo de alerta;
  3. Já é possível criar um serviço de envio de mensagens de aviso por e-mail ou via torpedos. Pelo celular é possível receber atualizações de sites, blogs e até mesmo de mensagens do Twitter, bem como fazer o caminho oposto. Se quiser dar um passo adiante você pode criar um serviço desses e disponibilizar para seus alunos; o telefone celular também é um serviço de leitura de notícias e de publicação de notícias;
  4. Os celulares atuais gravam sons, imagens (fotos) e ambos (filmes). Todos esses recursos servem para “registro”. Permita, e mesmo incentive, que seus alunos fotografem sua lousa ao invés de copiá-la no caderno. Isso lhes permite prestar atenção em você, enquanto você fala e escreve, ao invés de repartirem a atenção entre o que você diz e o que eles estão copiando nos cadernos. O mesmo vale para as suas explicações importantes que podem ser gravadas como sons ou como filmes. Imagine o quanto é mais interessante para o aluno “assisti-lo” ou mesmo “ouvi-lo” na hora de estudar do que apenas conferir anotações, nem sempre fiéis, feitas nos cadernos! Use, você mesmo, esses recursos para registrar atividades feitas com os alunos; o telefone celular é uma câmera fotográfica digital, uma filmadora digital e um rádio-gravador digital;
  5. Proponha o uso dos celulares como ferramentas para os alunos desenvolverem seus trabalhos. Como foi dito acima, com o celular eles dispõem de gravador de voz, imagem e vídeo, muito embora eles mesmos não tenham o hábito de registrar suas atividades. Isso é o que chamamos de “making-off” das atividades e, ao fim e ao cabo, é esse o único registro que nos interessa e não o resultado final da atividade. Por exemplo, se eles têm que confeccionar uma maquete, porque não fotografar todas as etapas e depois transformar isso em um filme (animação) que pode ser incluído como parte da própria atividade? O telefone celular é uma ferramenta de registro, edição e publicação.



Aparelho de celular modernoHá uma infinidade de possibilidades de uso pedagógico dos telefones celulares modernos em sala de aula e fora dela. Quais lhe interessam? Isso certamente depende da forma como você, professor, usa a tecnologia para si mesmo, em suas aulas e com os seus alunos. Quem não vê nenhum uso pedagógico para o rádio, a televisão, a máquina fotográfica, a filmadora, o gravador, a calculadora, a agenda, etc., então também não verá nenhuma utilidade para o celular, pois é isso que ele representa hoje em dia: não é mais um simples telefone, o celular é uma central de multimícomputadorizada.




                                            Eles têm, eles trazem e eles usam… Porque não?
Celulares na escolaÀ propósito, sempre foi muito comum a falta de recursos tecnológicos nas escolas, principalmente nas escolas públicas. Com o telefone celular passamos a ter muitos desses recursos disponíveis não apenas pela escola, mas também pelos alunos! Isso deveria ser comemorado, mesmo que não concordemos que os alunos prefiram ganhar celulares dos seus pais do que enciclopédias, pois com os celulares eles também ganham diversas possibilidades de aprendizagem que antes não tinham porque a própria escola não dispunha desses recursos. Isso é fascinante, não é?


Fonte:
http://professordigital.wordpress.com/2010/01/13/uso-pedagogico-do-telefone-movel-celular/&gt

Postado por Viviane Fernandes

O VILÃO DA SALA DE AULA


Apesar de ser considerado um grande instrumento de comunicação, no qual nos permite hoje a acessar por meio dele redes sociais, jogos e baixar músicas, alguns professores enxerga o celular como vilão, ou seja, um concorrente desleal que acaba de certa forma atrapalhando seus trabalhos, levando-os a se desdobrarem para chamar a atenção dos educandos, ao aplicarem o conteúdo. Chegando a ser proibido o uso do mesmo dentro da sala de aula, sendo liberado apenas nos intervalos ou no fim da aula.

Postado por Viviane Fernandes

segunda-feira, 13 de maio de 2013


GENTE OLHA SÓ QUE REPORTAGEM INTERESSANTE QUE ENCONTREI SOBRE O CRESCENTE USO DA INTERNET PELO CELULAR, VALE A PENA LER!!!




O analista de comunicação Thiago Iamnhuque, 26, sente-se nu às vezes, mesmo vestido. Isso acontece quando ele está sem os 178 gramas do smart-phone, que é, hoje, praticamente uma extensão da sua mão. “Soa até um pouco ridículo, mas faz parte do meu dia a dia”, diz ele, que não se imagina mais sem esse “pedaço” do corpo.

A vida de Thiago integrou-se de forma acelerada à internet do celular assim como a de milhões de paulistas. Atualmente, 20% dos 33 milhões de chips habilitados na área de código 11 -que, além da capital, abrange 63 municípios do Estado- têm tecnologia 3G, segundo a Anatel. Há um ano, essa fatia beirava os 9% e, em 2009, resumia-se a 1%. A alta em três anos foi de 1.635%. A invasão dos smartphones mexeu com a cabeça dos paulistanos e com a rotina na cidade. É só olhar em volta: no trânsito, na reunião de trabalho, nas calçadas, nas salas de espera de hospitais, nos banheiros, nos restaurantes, na balada, na fila do supermercado -discretos ou não, muitos estão vidrados na telinha do celular.

Em comparação com o aparelho convencional, o smartphone, com mais atrativos, cria uma relação mais intensa com o dono, às vezes até de dependência. Esse comportamento já está chamando a atenção de psicólogos e psiquiatras, que tentam definir a barreira entre excesso e normalidade.

“Começam a pipocar casos preocupantes de relação absurdamente descontrolada”, diz Cristiano Nabuco, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. “Uma paciente de 17 anos pegou um voo para Ilhéus (BA) e, quando chegou lá, se deu conta de que estava sem o telefone”, conta. “Ela teve crise de abstinência, começou a chorar. Só saiu [do aeroporto] quando a mãe mandou o aparelho, em outro voo.”

Nabuco revelou à sãopaulo que coordena estudos sobre o tema para estruturar no instituto, no próximo semestre, o primeiro serviço de atendimento voltado para dependentes de celular no país (leia mais à pag. 42). No Rio, a psicóloga Anna Lúcia Spear King, da UFRJ, recruta voluntários para tentar distinguir a dependência normal da patológica. “A normal todos têm. Quem não gosta de ter um celular à disposição?”, indaga. O segundo caso pode chegar acompanhado de transtornos de ansiedade. “A pessoa sai, leva o telefone e não desgruda dele com medo, por exemplo, de passar mal.”
A discussão repete-se no exterior, diz a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP. “Acredita-se que, na revisão do manual americano de transtornos mentais [em 2013], será incluída a dependência de tecnologia.”


Certezas

Há dúvidas acerca de consequências e sintomas dessa mania, mas a mudança que o smartphone está promovendo na vida de seus donos -e na paisagem da cidade- é uma certeza.
“Durmo com o celular debaixo do travesseiro”, assume o webdesigner Renato Bongiorno, 28, que checa e-mails até durante a noite. Ao acordar, ainda na cama, confere Twitter e Facebook. Levanta-se e, dali em diante, repete o ritual no caminho para o trabalho, no almoço, no jantar.

“Já aconteceu de o 3G cair e eu ficar perdido”, afirma Renato. “Você se sente desarmado. Parece que vai acontecer tudo e você não vai ficar sabendo, que vão lhe mandar o e-mail mais importante da sua vida e você não vai conseguir acessar.”

A bancária Renata Larsson, 29, conta que, há dois meses, teve o iPhone roubado e precisou, por uma semana, contentar-se com um aparelho à moda antiga -só ligações. “Fiquei quase doida”, lembra. “Não me acostumo nunca mais. Eu me sentia perdida. Não tinha WhatsApp [aplicativo para trocar mensagens] nem Facebook. Foi bem tenso.”

Entre casais, smartphone virou mais um motivo de briga. Cassiano Yamamoto, 31, diverte-se ao indicar a amigos e parentes onde está por meio do aplicativo Foursquare. “Dou ‘check-in’ em todas as estações de metrô em que passo, de casa até o escritório”, orgulha-se, para desespero da mulher, Pamela Marquez, 27. “Se ele está no supermercado, põe que está no supermercado. Se chega em casa, põe que está em casa. Isso me irrita muito”, reclama ela. “Ninguém quer saber onde estamos. Acho isso muito chato.”

Alessandra Milauskas, 34, e Marcello Mezzanotti, 38, discordam sobre o tempo dedicado ao aparelho. “Só uso para fazer ligação e receber. Ele é o contrário. Basta um comercial na TV para puxá-lo e checar os e-mails”, diz ela. “Puxo do bolso uma vez a cada meia hora e fico cinco minutinhos no máximo”, minimiza ele.

Fora das quatro paredes, as queixas entre amigos são parecidas. “Tem três pessoas na mesa e uma fica no celular. Ela não está nem aí para o que estamos conversando. Então, por que foi?”, questiona o analista de sistemas Raphael Torres, 28. Atenção dividida Sedutor por oferecer diversão e informação, o smartphone canaliza as atenções e diminui a capacidade de notar o que acontece ao seu redor. No asfalto, pode trazer riscos.

“Essa é a quarta causa de acidentes”, avisa Dirceu Rodrigues Alves, diretor do Departamento de Medicina Ocupacional da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego).
O motorista perde a consciência da direção ao tentar dividir a atenção com o aparelho. “Desvia-se de tal maneira do ambiente que, após desligar, se perguntar por onde a pessoa passou, ela não sabe informar.”

Nos EUA, segue Alves, estatísticas apontam maior incidência de acidentes mesmo depois do fim da ligação ou do envio e recebimento de mensagens. “Dependendo do assunto, a conversa vai estar na cabeça por alguns minutos ou segundos, e o motorista, desconectado da direção.”

Em São Paulo, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) não dispõe de estudos a respeito de quantos motoristas se envolvem em acidentes enquanto usam o celular.

A infração é a quarta mais cometida, atrás de desrespeito ao rodízio, excesso de velocidade e estacionamento irregular. Nas marginais Tietê e Pinheiros, é a campeã entre as irregularidades flagradas por PMs.

O total de multas relacionadas ao uso do celular ao volante aplicadas anualmente na cidade saltou de 223 mil para 473 mil, entre 2006 e 2010. E, no ano passado, pela primeira vez, caiu para 461 mil. O motivo não foi comentado pela CET. Uma das hipóteses é que motoristas estejam cada vez mais hábeis no ato de usar o celular escondido. Outra, a de que deixou de estar entre as prioridades da fiscalização.

Donos de smartphones admitem: não dirigem sem o aparelho. “Quando estou no carro, vou vendo meu Facebook, porque no trabalho não dá”, diz Thiago Iamnhuque. “Todo mundo usa no carro”, concorda Lucas Cimino, 23.


Novidade

Os preços de acesso à internet por meio do telefone caíram substancialmente do ano passado para cá. Em planos pré-pagos, é possível se conectar com apenas R$ 0,50 por dia. Em pós-pagos, a partir de R$ 6 por mês (plano de 100 MBytes). Na avaliação do diretor de Produtos e Mobilidade da Oi, Roberto Guenzburguer, o custo do serviço no país atingiu o mesmo patamar do oferecido lá fora. “Agora, os smartphones ainda são caros aqui por conta da carga tributária”, queixa-se.

Na operadora, o volume de linhas pós-pagas com tecnologia 3G cresceu de 3%, em janeiro de 2010, para 42%, em março deste ano. “A faixa de 25 a 35 anos é a que concentra mais smartphones”, continua. “Mas tem o mais jovem, o mais experiente, o executivo. O jovem naturalmente vai ser atraído, pois a tecnologia tem mais facilidade para ele.”

O smartphone avança na direção de todas as idades, transformando os hábitos na sociedade. “Só vamos entender isso melhor quando a geração criada nesse contexto atual chegar aos seus 40 anos”, diz o psiquiatra Raphael Boechat, da UnB. A necessidade de se combater excessos é inquestionável, no entanto. “Mas não dá para querer se alienar e dizer ‘não vou ter internet, não vou ter celular’”, acrescenta Boechat.

A cautela é defendida como meio de atravessar essa fase de incertezas a respeito do que pode ser considerado certo ou errado, como trocar mensagens durante reuniões de trabalho ou sacar o celular para navegar na internet em meio ao encontro entre amigos.

“Como a tecnologia é muito nova, não temos muita ética no sentido de termos sido orientados sobre como nos conduzirmos”, afirma a psicóloga Luciana Ruffo, da PUC-SP. “Estamos no meio do caminho. É um limbo ainda."

FONTE:
http://www.4md.com.br/uso-de-internet-pelo-celular-cresce-e-muda-habitos-da-populacao

O celular peça fundamental nas sociedade Mundial




                

Os protestos no mundo árabe em 2010-2012, também conhecidos como a Primavera Árabe, são uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010. Até a data, tem havido revoluções na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia  e na Síria; grandes protestos na Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Omã e Iémen e protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental. Os protestos têm compartilhado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias sociais, como Facebook, Twitter e Youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão  e censura na Internet  por partes dos Estados

As redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes. A propagação do movimento conhecido como Primavera Árabe, que começou em 2010 na Tunísia, para todo o Norte da África e Oriente Médio não teria sido a mesma sem os recursos proporcionados pela internet, e o Celular foi peça fundamental nesta revolução.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera_%C3%81rabe
Postado por Sandra Rosa